
Ele estava sentado no banco, atônito, observando as ondas do lago como se aquelas onda ao pôr-do-sol fossem a única coisa que lhe restara na vida, ninguém que passava por ali conseguiria dizer que dentro da cabeça daquela pessoa (aparentemente reflexiva) se passava tanto problema, tanta angústia, em excesso, até demais para apenas uma pessoa suportar, nessas horas ele odiava isso, mas não conseguiria desistir, como se fosse um hábito como qualquer outro, justamente ele, que tinha várias manias e observar as ondas do lago era apenas a mais simples delas. Com um singelo sorriso estampado no rosto ele viu a felicidade ir embora, mais uma vez, juntamente com aquela mulher, radiante, como se tivesse um brilho pulsativo, era impossível não olhar pra ela, estava absorto nos próprios pensamentos que por mais inusitado que fosse, a passagem da mulher até então desconhecida tinha varrido tudo da sua cabeça, de volta ao luto, ele se dera conta que já anoitecera, e tinha uma certeza súbita que veria aquela mulher várias e várias vezes, na praia de Newport.
E as minhas falsas promessas cobriam os teus olhos de marejadas ilusões transitórias e substituíveis.





3 comentários:
Omake, Ryan Atwood e Marissa Cooper.
Muito bom eu adoreii, @_@
Parabéns. Sou vidrada nos seus textos!
Vem cá, de onde vem tanta inspiração(acho que ja perguntei isso haha)
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